Projecta a tua pensão de velhice do INSS de Moçambique, a partir do salário actual e dos meses já contribuídos.
Quantos meses já descontaste para o INSS até hoje.
Um aumento anual médio realista — 3% é só um ponto de partida, ajusta como quiseres.
O INSS (Instituto Nacional de Segurança Social) paga uma pensão de velhice aos trabalhadores que contribuíram o suficiente ao longo da vida activa. Esta calculadora projecta essa pensão a partir do salário actual, da idade e dos meses já contribuídos — útil para planear a reforma com uma estimativa, mesmo que ainda faltem muitos anos.
Introduz o salário actual, a idade, o sexo (a idade de reforma difere), quantos meses já contribuíste para o INSS e um crescimento salarial anual esperado (usado só para projectar salários futuros até à reforma — ajusta-o ao que achares realista).
A pensão é PV = (N ÷ 420) × RMM (art. 31 do Decreto n.º 51/2017), onde N é o total de meses contribuídos (com um tecto de 420) e RMM é a Remuneração Média Mensal — a média dos últimos 60 salários (5 anos) projectados antes da reforma. Menos de 120 meses não dá direito a pensão; entre 120 e 240 meses dá uma pensão reduzida (metade do valor da fórmula, art. 33); a partir de 240 meses dá pensão completa; a partir de 420 meses (35 anos), a pensão passa a poder ser pedida sem limite de idade (longevidade) — o valor não aumenta mais além dos 420 meses, porque é aí que N atinge o tecto. Existe também um valor mínimo garantido (90% do salário mínimo nacional mais baixo, art. 35), que prevalece se a pensão completa ou por longevidade calculada ficar abaixo dele — mas nunca se aplica à pensão reduzida (art. 35, n.º 2). A idade de reforma é 55 anos para mulheres e 60 para homens.
As idades de reforma, os limiares de meses de contribuição, a fórmula da pensão (art. 31) e a taxa de contribuição (7%, 3% trabalhador + 4% empregador) vêm do Decreto n.º 51/2017 e estão confirmados por leitura directa da lei. O valor do salário mínimo nacional usado no mínimo garantido ainda não foi confirmado oficialmente. Os subsídios regulares (alimentação, transporte, habitação, entre outros pagos com regularidade) fazem parte da base de contribuição do INSS — introduz o "salário actual" já incluindo esses valores, se aplicável, para uma projecção mais realista.